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O retorno da Sharp ao Brasil

(Portal Exame 31.10.2005)

Depois de cinco anos, a empresa japonesa traz sua marca de volta ao país

EXAME A Sharp, um dos maiores conglomerados do Japão, tem com o Brasil um histórico de amor e ódio. Por mais de 30 anos, TVs, aparelhos de som e eletroeletrônicos da marca eram vendidos no país graças a um acordo com o grupo Machline. Os japoneses chegaram à liderança em TVs no início dos anos 90. Oito anos depois da morte de Matias Machline, que liderou uma das maiores empresas do país, o grupo foi à falência. Os produtos Sharp praticamente desapareceram. Há poucos dias, o americano Edward Fuller, vice-presidente da Sharp para a América Latina, esteve no Brasil para preparar o retorno da marca. Fuller considera vencida a batalha judicial com os herdeiros de Machline. Desde o pedido de concordata dos Machline, em 2000, os japoneses vinham brigando na Justiça para reaver o controle da marca no Brasil. "Agora, a marca Sharp foi excluída da massa falida", disse Fuller a EXAME. "Como não resta dúvida de que a marca sempre nos pertenceu, podemos voltar."


Os japoneses ainda estão fechando acordos com empresas instaladas aqui para fabricar os eletroeletrônicos mais populares. O executivo diz que, até o próximo ano, deve ser escolhida uma empresa para fabricá-los. Até lá, a Sharp venderá por meio de empresas de importação. Produtos para o mercado corporativo, como monitores e copiadoras multifuncionais, já são vendidos. As parcerias não deverão ser exclusivas, como no passado. "Aprendemos a lição", diz Fuller. "Nunca vivemos algo parecido com o que ocorreu com a família Machline." A Sharp estuda ainda a possibilidade de abrir uma fábrica aqui quando o mercado de TVs de cristal líquido, seu produto mais vendido no mundo, estiver mais desenvolvido. "As TVs de cristal líquido têm potencial para substituir boa parte das tradicionais", diz. Quais as chances de a Sharp se dar bem na disputa com a LG e a Samsung, que avançaram no Brasil nesse tempo de ausência? Os analistas acreditam que a marca Sharp ainda é bastante conhecida e pode incomodar. Mas o longo tempo fora do mercado tem seu preço. "Para se restabelecer no Brasil, a Sharp precisa de uma boa rede de assistência técnica", diz o consultor Fernando Fernandes, da Booz Allen Hamilton. "Isso nem sempre é simples."
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